Foto histórica do Madame Satã 💀🦇

Os quatro se conhecem em 1982 e abrem, em 21 de outubro de 1983, o Restaurante Cultural Madame Satã. A entrada de um novo sócio, José Claudio Mendes (1940–2012) — promoter e agitador cultural — em 1º de março de 1984, introduz o conceito de casa noturna com pista de dança e pequeno palco para apresentações, tendo o espaço superior voltado para performances de artistas plásticos, atores e dançarinos. O lugar torna-se referência para artistas de teatro, dança, música e várias correntes de comportamento derivadas de estilos musicais de rock que existiam no período: new wave, dark, punk rock e pós-punk.

Entre 1984 e 1986, recebe 79 bandas, tais como: RPM, Fellini, Inocentes, Ira, Ultraje a Rigor, Capital Inicial, Legião Urbana, Akira S, Plebe Rude, Inocentes, Engenheiros do Havaí, Biquini Cavadão, Zerø, Cabine C e Jardim das Delícias. Esta última, liderada pela transexual Cláudia Wonder (1955–2010), soma rock e performance no show Vômito do Mito. No final do show, Wonder apresentava-se nua com uma máscara animalesca e se banhava numa banheira cheia de groselha imitando sangue.

Na foto, os sócios Igor Calmona e DJ Gé Rodrigues 💀🦇

A casa também lançou os DJs Marquinhos MS (1963–1994), Magal (1965), Renato Lopes (1962), Kid Vinil (1955), Mau Mau (1968) e DJ Gé Rodrigues (1973). Por lá também passaram vários grupos de teatro e dança, entre os quais Marzipan, Luni, Harpias e Ogros, Ornitorrinco e XPTO.

O Madame Satã é um fenômeno dos primeiros anos após o fim da ditadura militar no Brasil, período em que ocorre uma atmosfera de liberdade de manifestação aliada a resquícios da contracultura e do movimento hippie das décadas de 1960 e 1970, além das influências do movimento punk inglês e da new wave americana. Por isso, torna-se um local de troca de informações e marco do início de carreira de boa parte dos artistas e profissionais do meio cultural da cidade de São Paulo.

Na foto ao lado, os sócios Igor Calmona e o DJ Gé Rodrigues.

O icônico clube underground Madame Satã, um marco da noite de São Paulo, será reaberto. Sob nova direção e em parceria com a DJ Club Sonorização Profissional, o famoso “casarão” passará por uma revitalização completa.

O objetivo é preservar a alma histórica do local — palco de grandes nomes da cena alternativa — ao mesmo tempo em que se moderniza toda a infraestrutura, incluindo som, iluminação e instalações. Além das festas, o novo Madame Satã funcionará como um centro cultural, oferecendo cursos gratuitos e espaço para bandas, resgatando sua importância para a cultura paulistana.

Este documentário narra a história da icônica casa noturna e centro cultural Madame Satã, em São Paulo. Fundada em 1983 por um grupo de teatro, o espaço se tornou um refúgio para a cena alternativa e underground da cidade.

O vídeo explora as diversas fases do local — de restaurante cultural a clube que abraça a diversidade musical e artística —, destacando seu impacto na moda, na música e no comportamento. Um lugar de liberdade e expressão para gerações, com legado duradouro na cultura paulistana.

Neste vídeo, Walter, presidente da Sociedade de Defesa das Tradições e Progresso da Bela Vista e do Centro da Memória do Bixiga, manifesta seu apoio à reabertura do antigo casarão do Madame Satã. Ele acredita que a iniciativa revitalizará o bairro do Bixiga, que, segundo ele, está em decadência.

Walter elogia o investidor “amigo Zé” pelo compromisso em melhorar a região e combater a especulação imobiliária. Ele destaca que o projeto trará um visual mais atraente para o bairro, gerará mais de 50 empregos e beneficiará economicamente os proprietários locais.

Foto histórica do Madame Satã 💀🦇

Os quatro se conhecem em 1982 e abrem, em 21 de outubro de 1983, o Restaurante Cultural Madame Satã. A entrada de um novo sócio, José Claudio Mendes (1940–2012) — promoter e agitador cultural — em 1º de março de 1984, introduz o conceito de casa noturna com pista de dança e pequeno palco para apresentações, tendo o espaço superior voltado para performances de artistas plásticos, atores e dançarinos. O lugar torna-se referência para artistas de teatro, dança, música e várias correntes de comportamento derivadas de estilos musicais de rock que existiam no período: new wave, dark, punk rock e pós-punk.

Entre 1984 e 1986, recebe 79 bandas, tais como: RPM, Fellini, Inocentes, Ira, Ultraje a Rigor, Capital Inicial, Legião Urbana, Akira S, Plebe Rude, Inocentes, Engenheiros do Havaí, Biquini Cavadão, Zerø, Cabine C e Jardim das Delícias. Esta última, liderada pela transexual Cláudia Wonder (1955–2010), soma rock e performance no show Vômito do Mito. No final do show, Wonder apresentava-se nua com uma máscara animalesca e se banhava numa banheira cheia de groselha imitando sangue.

Na foto, os sócios Igor Calmona e DJ Gé Rodrigues 💀🦇

A casa também lançou os DJs Marquinhos MS (1963–1994), Magal (1965), Renato Lopes (1962), Kid Vinil (1955), Mau Mau (1968) e DJ Gé Rodrigues (1973). Por lá também passaram vários grupos de teatro e dança, entre os quais Marzipan, Luni, Harpias e Ogros, Ornitorrinco e XPTO.

O Madame Satã é um fenômeno dos primeiros anos após o fim da ditadura militar no Brasil, período em que ocorre uma atmosfera de liberdade de manifestação aliada a resquícios da contracultura e do movimento hippie das décadas de 1960 e 1970, além das influências do movimento punk inglês e da new wave americana. Por isso, torna-se um local de troca de informações e marco do início de carreira de boa parte dos artistas e profissionais do meio cultural da cidade de São Paulo.

Na foto ao lado, os sócios Igor Calmona e o DJ Gé Rodrigues.

O icônico clube underground Madame Satã, um marco da noite de São Paulo, será reaberto. Sob nova direção e em parceria com a DJ Club Sonorização Profissional, o famoso “casarão” passará por uma revitalização completa.

O objetivo é preservar a alma histórica do local — palco de grandes nomes da cena alternativa — ao mesmo tempo em que se moderniza toda a infraestrutura, incluindo som, iluminação e instalações. Além das festas, o novo Madame Satã funcionará como um centro cultural, oferecendo cursos gratuitos e espaço para bandas, resgatando sua importância para a cultura paulistana.

Este documentário narra a história da icônica casa noturna e centro cultural Madame Satã, em São Paulo. Fundada em 1983 por um grupo de teatro, o espaço se tornou um refúgio para a cena alternativa e underground da cidade.

O vídeo explora as diversas fases do local — de restaurante cultural a clube que abraça a diversidade musical e artística —, destacando seu impacto na moda, na música e no comportamento. Um lugar de liberdade e expressão para gerações, com legado duradouro na cultura paulistana.

Neste vídeo, Walter, presidente da Sociedade de Defesa das Tradições e Progresso da Bela Vista e do Centro da Memória do Bixiga, manifesta seu apoio à reabertura do antigo casarão do Madame Satã. Ele acredita que a iniciativa revitalizará o bairro do Bixiga, que, segundo ele, está em decadência.

Walter elogia o investidor “amigo Zé” pelo compromisso em melhorar a região e combater a especulação imobiliária. Ele destaca que o projeto trará um visual mais atraente para o bairro, gerará mais de 50 empregos e beneficiará economicamente os proprietários locais.